
Durante um tempo fiquei racionalizando sobre qual seria o tema desse primeiro post. Como começar? Indagava-me.
Bom, o fato é que havia respondido a questão: decidi escrever como começar, ou melhor, como comecei e como pretendo continuar na Filosofia que escolhi para minha evolução como indivíduo.
Então vamos lá:
Há muitos anos (foram mais de uma década, então considero muitos) procurava por um estilo de vida ideal, aquele que considerasse o caminho perfeito para o meu crescimento neste planetinha bonito. Naquela época já sabia que se quisesse muito algo deveria ir atrás.
E qual foi minha alegria de, após anos passando por vários lugares e diversas cidades, ter enfim encontrado meu estilo de vida ideal.
Encontrei-o numa Cultura (maiúscula) muito antiga e por isso mesmo muito a frente dos tempos atuais. Estaria perdida se não fosse pelo trabalho incansável do educador DeRose que a resgatou na segunda metade do século passado. DeRose é uma pessoa da qual nutro profunda admiração. Posso dizer que é uma das pessoas mais fantásticas que tive o prazer de conhecer e certamente falarei bastante dele aqui.
Também falarei das minhas vivências e da visão que tenho nesta Revolução Cultural. Por isso, prometo que evitarei a teoria, ficar explanando sobre o que li ou supondo coisas.
O que partilharei com vocês é prática! Filosofia prática! Fico feliz por poder conversar com vocês aqui, afinal um dos meus prazeres é me expressar e outro é escrever.
Portanto, temos muito o que partilhar sobre essa Arte Ancestral.
Gosto de chamá-la assim talvez por eu ser artista visual. O criador dessa Cultura também foi um. Sim, o homem que criou essa Arte há milhares de anos era bailarino. E bailarino é artista, afinal, dança é arte. Não é?
Para o primeiro post até que achei bom.
Sejam muito bem-vindos.
Marcos Freitas.
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