27
set
09

Alegria Sincera

blogComo é bom ser alegre! Afinal de contas a vida é realmente muito boa com seus momentos de enlevo, de conquistas e bem-estar. E também com aquelas fases de árduo aprendizado, superação e trabalho duro, onde devemos lutar bravamente por nossos ideais (falei lutar e não brigar, viu?).
Johann Wolfgang von Goethe já nos disse que “A alegria não está nas coisas. Está em nós.” A 7ª norma do Código de Ética do nosso Método é o contentamento. E a considero muito bonita pois nos diz que devemos cultivar a arte de extrair contentamento de todas as coisas. Imaginem uma norma ética que nos diz para mantermos contentamento constante!
Pois é… no Método DeRose também temos isso. E muito mais…

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Alegria é diferente de permanecer rindo o tempo todo.
Sim, devemos rir das situações (inclusive as nossas) engraçadas e brincar com algumas delas. Sorrir para todas as pessoas ou para ninguém. Sorrir sozinho, pois alguém pode pegá-lo “desprevenido” e, dependendo de quem for, pode sorrir junto.
Mas, em algumas situações, determinados lugares ou com algumas pessoas a alegria ou mesmo um sorriso podem ser mal compreendidos.
Em uma solenidade por exemplo, quer seja política, religiosa ou qualquer outra que exija certa formalidade vejo que risos são perfeitamente dispensáveis. Melhor guardá-los para outras ocasiões, pois nesse contexto são deseducados.
Entretanto a alegria pode ser mantida em todas as ocasiões.
Você pode sempre manter um sorriso no rosto, mesmo que discretamente.
E quando não estiver sorrindo, pode manter a fisionomia austera, porém exteriorizando disposição, energia e atitude positiva. Você é um vencedor! E está satisfeito!
Essa última serve para aqueles momentos de decisões mais complexas ou que exijam ações mais rígidas e urgentes. Os momentos de batalha: “Veni, Vidi, Vici” (Júlio César, 47 a.C.).
Ou seja, mantenha-se de bom humor, mesmo em ocasiões mais difíceis. Isso é saudável. É qualidade de vida simples e prática. E ajuda muito nas complexas relações sociais. Digo pois sou bem-humorado e percebo que a maioria das pessoas gosta dessa característica.
Certa vez sofri um acidente que me gerou como ônus uma lesão na lombar. De acordo com o médico foi uma lesão de certa gravidade e por isso evitei falar do assunto, não por estar fugindo da realidade mas para encará-la com outra atitude.
Sim, estava numa situação delicada. Mas me cuidaria com alegria e atitudes positivas. O que geralmente se vê ou se ouve são comentários mais focados no lado destrutivo do tipo “coitado está sofrendo e provavelmente vai piorar”. Se assim fosse, encararia com bom humor. Mas não era. Sabia que sairia bem daquela situação conforme de fato aconteceu.
Durante aquele período de recuperação estava conversando descontraídamente com um colega meu sem que ele percebesse que eu estava sentindo dores lancinantes na coluna.
Em dado momento comentei de maneira divertida o que sentia, de maneira que ele me perguntou:
“- E você aí, tranquilo, dando risada?”
Respondi, ainda de maneira bem-humorada, a fim de não melindrá-lo:
“- Gostaria de me ouvir gritar de dor? Se resolvesse algo, talvez o faria.”
Nós dois rimos daquilo. De fato, foi divertido. Ria você também.
A melhor alegria é a sincera. Nada de sorrisos de plásticos ou meras atitudes apáticas. Compreender as coisas, os fatos e a natureza das pessoas, gerenciar os pensamentos, respeitar a tudo sem se desviar de seus objetivos, melhorar-se e aprender a cada momento, filtrar as informações, todas essas ferramentas são de muita eficácia na arte do contentamento.
E este vai além da fisionomia. Está presente nos atos, palavras e até no tom de voz das pessoas (ligue para algum conhecido que tenha esta característica e veja, ou melhor, ouça por si só). Porém sem jamais perder a noção realista que temos achando que está sempre tudo perfeito (mesmo que esteja) e que podemos acomodar-nos e deixarmos de nos aperfeiçoar ou até mesmo negarmos a devida atenção aos nossos projetos, metas, pertences ou entes queridos.
Deixar tudo como está é comodismo. É uma das primeiras etapas para o ato da reclamação inútil.
Portanto, mãos a obra e batalhe sempre para melhorar algo na vida.
Sei que os queridos leitores são pessoas que possuem um otimismo realista e uma alegria sincera. Este foi o tema que escolhi para ser um dos primeiros porque quis começar com alegria (trocadilho engraçado, não é?) e pretendo cultivá-la também aqui com noção realista e responsabilidade de esclarecer uma Cultura Ancestral aplicada nos dias de hoje.

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Com um sorriso destemido encerro lembrando-lhes que estar alegre é uma coisa. Ser alegre é outra. E este último é muito melhor.
Espero que esteja sorrindo agora…

…eu estou.

Marcos Freitas.

27
set
09

Que Cultura é essa afinal?

Para aqueles que ainda não tiveram o privilégio de travar contato com esse estilo de vida (se você for estrangeiro, leia lifestyle) assistam esse vídeo onde o próprio educador DeRose fala com muita clareza sobre o assunto.
E para aqueles que já conhecem e fazem parte podem assistir novamente pois sempre há o que assimilar.
Confira aqui um trecho da entrevista:
Você pode conferí-la na íntegra no próprio blog do educador e também fazer download da mesma neste link:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/21/entrevista-para-televisao-na-europa/

DeRose é Doutor Honoris Causa, Comendador e Notório Saber por várias entidades culturais e humanitárias, Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil, Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, e Conselheiro da Academia Latino-Americana de Arte. Tem quase 50 anos na profissão de educador e 24 anos de viagens à Índia, freqüentando durante essas estadas no país inúmeras escolas, mosteiros e outras entidades culturais, nas quais buscou aprimorar seu conhecimento da Filosofia Hindu.

Em 1960 DeRose começou a lecionar numa conhecida sociedade filosófica. Em 1964 fundou o Instituto Brasileiro de Yôga. Em 1969, publicou o primeiro livro (Prontuário de Yôga Antigo), que foi elogiado pelo próprio Ravi Shankar, pela Mestra Chiang Sing e por outras autoridades. Em 1975, já consagrado como um professor sincero, encontrou o apoio para fundar a União Nacional de Yôga – Uni-Yôga, a primeira entidade a congregar instrutores e escolas de todas as modalidades de Yôga, sem discriminação. Foi a União Nacional de Yôga que desencadeou o movimento de união, ética e respeito mútuo entre os profissionais dessa área de ensino. Desde então, a União cresceu muito e conta hoje com centenas de escolas, praticamente no Brasil todo e instrutores na Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Itália, Havaí, Indonésia, Canadá, Estados Unidos, Austrália e outros países.

Em 1978 DeRose liderou a campanha pela criação e divulgação do Primeiro Projeto de Lei visando à Regulamentação da Profissão de Professor de Yôga, o qual despertou viva movimentação e acalorados debates de Norte a Sul do país. A partir da década de setenta, introduziu os Cursos de Extensão Universitária para a Formação de Instrutores de Yôga em praticamente todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Em 1980, começou a ministrar cursos na própria Índia e a lecionar para instrutores de Yôga na Europa. Em 1982, realizou o Primeiro Congresso Brasileiro de Yôga. Ainda em 82, lançou o primeiro livro voltado especialmente para a orientação de instrutores, o Guia do Instrutor de Yôga; e a primeira tradução do Yôga Sútra de Pátañjali, a mais importante obra do Yôga Clássico já feita por professor de Yôga brasileiro. Desafortunadamente, quanto mais sobressaía, mais tornava-se alvo de uma perseguição impiedosa movida pelos que sentiam-se prejudicados com a campanha de esclarecimento movida pelo Prof. DeRose. Em 1994, completando 20 anos de viagens à Índia, fundou a Primeira Universidade de Yôga do Brasil e a Universidade Internacional de Yôga em Portugal. Em 1997, DeRose lançou os alicerces do Conselho Federal de Yôga e do Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga.
(Texto de Daniel Cambría postado no blog do DeRose em 26 de Novembro de 2008.)

27
set
09

Uma Cultura para Poder, Saber e Sentir.

Durante um tempo fiquei racionalizando sobre qual seria o tema desse primeiro post. Como começar? Indagava-me.
Bom, o fato é que havia respondido a questão: decidi escrever como começar, ou melhor, como comecei e como pretendo continuar na Filosofia que escolhi para minha evolução como indivíduo.
Então vamos lá:

Há muitos anos (foram mais de uma década, então considero muitos) procurava por um estilo de vida ideal, aquele que considerasse o caminho perfeito para o meu crescimento neste planetinha bonito. Naquela época já sabia que se quisesse muito algo deveria ir atrás.
E qual foi minha alegria de, após anos passando por vários lugares e diversas cidades, ter enfim encontrado meu estilo de vida ideal.
Encontrei-o numa Cultura (maiúscula) muito antiga e por isso mesmo muito a frente dos tempos atuais. Estaria perdida se não fosse pelo trabalho incansável do educador DeRose que a resgatou na segunda metade do século passado. DeRose é uma pessoa da qual nutro profunda admiração. Posso dizer que é uma das pessoas mais fantásticas que tive o prazer de conhecer e certamente falarei bastante dele aqui.
Também falarei das minhas vivências e da visão que tenho nesta Revolução Cultural. Por isso, prometo que evitarei a teoria, ficar explanando sobre o que li ou supondo coisas.
O que partilharei com vocês é prática! Filosofia prática! Fico feliz por poder conversar com vocês aqui, afinal um dos meus prazeres é me expressar e outro é escrever.
Portanto, temos muito o que partilhar sobre essa Arte Ancestral.

Gosto de chamá-la assim talvez por eu ser artista visual. O criador dessa Cultura também foi um. Sim, o homem que criou essa Arte há milhares de anos era bailarino. E bailarino é artista, afinal, dança é arte. Não é?
Para o primeiro post até que achei bom.
Sejam muito bem-vindos.
Marcos Freitas.




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